terça-feira, novembro 16, 2010

Caem como bombas e abalam o que temos por certo . . .

Tudo começa como que se tratasse de pequenos cabelos que se soltam na hora de pentear, mas o que é certo é que sabemos que existe mas pensamos que nunca nos ira acontecer. Ouvimos histórias sobre isso e temos pena, mas nunca nos pomos no lugar dessas pessoas que fazem parte dessas histórias. Pois, um dia chegará a nossa vez, e pelos vistos todos estamos na lista, uns com mais, outros com menos probabilidades.
-"Dói?"
-"Sim!" 
Quantas vezes ouvi isso? Muitas, pois o que é certo é que nunca pensei que fosse algo assim. -"Não é que seja grave", diz a mãe, "muita gente tem isso!" -"E tu já tiveste?", pergunto; -"Não, eu não!", responde ela naquele ar de quem está q tentar minimizar o problema para tentar despreocupar-me! 
É certo mãe, tentaste, Desculpa, não conseguiste, pois tenho medo que seja algo que possa não ter fim!
Acontece-me tudo, pow! E porquê? -DESTINO ! respondem algumas pessoas incrédulas no termo que proclamam, outras ainda dizem que é resigno de Deus, POUPEM-ME seus cínicos! Nem vocês acreditam na m*rda que dizem !!! Poupem as pessoas a essas barbaridades, até metem pena!
Sinceramente ...  
Como é que é possível que uma viagem de apenas uns minutos de automóvel pode levar-nos a descobrir algo deste jeito? Não sei como isso acontece, talvez tenha que ser o ''Ter de ser''...
Uma simples folha de papel A4 com uns vocábulos escritos, em que numa interpretação rasca de alguém que não sabe praticamente nada sobre medicina, detecta algo que mesmo nessa folha diz que não é concreto? FODACE
-"QUÊ? ; A MIM? PORQUÊ? QUE É ISTO? ; QUE CENA MARADA...Foda-se, foda-se..." depois destas perguntas e de este palavrão, que ultimamente está muito relacionado com o meu vocabulário, correm pela minha face meia dúzia de lágrimas, assim meio escondidas, para que a mãe não entendesse o quanto isso me afectou...
Força, neste momento acredito que a tenho, mas só agora é que dou conta que realmente a tenho, agora, passadas três horas de ter lido aquela notícia!
E o que é que me apetece mesmo, mesmo, mesmo? Sair um pouco até ao ar livre e fumar e tirar o máximo prazer de um cigarrinho... é só para estar um pouco de tempo a sós (nem que sejam apenas uns cinco minutos) para reflectir mais um bocadinho, para logo enfrentar as feras, que estão fora do meu espaço vital, com um grande sorrisão, como já é hábito meu...

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