Tenho um nó na garganta, uma vontade de vomitar, apetece-me ter um ataque de choro e gritar. Sim, apetece-me gritar, por-me em cima do telhado e gritar até ficar sem voz. Dói-me a cabeça, a garganta e todo o resto do meu corpo! Dói-me cada orgão de que sou composta. Cada um mais que o outro. E dói mesmo! Desta vez sinto que não é psicológico, porque sinto mesmo como se fosse uma agulha bem grande a ser meticulosamente espetada em cada sentimetro cubico do meu corpo. perfurando a pele, ossos, orgãos e deixando-me completamente esburacada, sentindo a mesma dor do inicio ao fim . . .
domingo, julho 03, 2011
Desiderata . . .
Tenho um nó na garganta, uma vontade de vomitar, apetece-me ter um ataque de choro e gritar. Sim, apetece-me gritar, por-me em cima do telhado e gritar até ficar sem voz. Dói-me a cabeça, a garganta e todo o resto do meu corpo! Dói-me cada orgão de que sou composta. Cada um mais que o outro. E dói mesmo! Desta vez sinto que não é psicológico, porque sinto mesmo como se fosse uma agulha bem grande a ser meticulosamente espetada em cada sentimetro cubico do meu corpo. perfurando a pele, ossos, orgãos e deixando-me completamente esburacada, sentindo a mesma dor do inicio ao fim . . .
quinta-feira, abril 14, 2011
impossible . . . ♥
I remember years ago
Someone told me I should take
Caution when it comes to love
I did, I did
And you were strong and I was not
My illusion, my mistake
I was careless, I forgot
I did
And now when all is done
There is nothing to say
You have gone and so effortlessly
You have won
You can go ahead tell them
Tell them all I know now
Shout it from the roof top
Write it on the sky line
All we had is gone now
Tell them I was happy
And my heart is broken
All my scars are open
Tell them what I hoped would be
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Falling out of love is hard
Falling for betrayal is worst
Broken trust and broken hearts
I know, I know
Thinking all you need is there
Building faith on love is worst
Empty promises will wear
I know (I know)
And now when all is gone
There is nothing to say
And if you're done with embarrassing me
On your own you can go ahead tell them
Tell them all I know now
Shout it from the roof top
Write it on the sky line
All we had is gone now
Tell them I was happy
And my heart is broken
All my scars are open
Tell them what I hoped would be
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Ooh impossible (yeah yeah)
I remember years ago
Someone told me I should take
Caution when it comes to love
I did
Tell them all I know now
Shout it from the roof top
Write it on the sky line
All we had is gone now
Tell them I was happy (I was happy)
And my heart is broken
All my scars are open
Tell them what I hoped would be
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Impossible, impossible
Impossible, impossible
I remember years ago
Someone told me I should take
Caution when it comes to love
I did
sábado, abril 09, 2011
Só te peço mais um . . .
É tão bom estar cá fora, sinto uma liberdade imensa, é como se estivesses presente, é como se estivesses ao meu lado. Dá-me um abraço, estou a sentir, mesmo, as lágrimas enchem os meus olhos, sinto alguma dificuldade em escrever, estás mesmo presente. Estás aqui, comigo, poucas são as vezes em que consigo sentir que estás comigo, mas quando sinto, é porque deves estar mesmo, sinto tanto a tua falta, preciso tanto de ti, acho que neste momento escrevo do coração, e falo contigo como se me pudesses ouvir. Tu ouves-me mesmo. Tocas-me e eu sinto novamente, dá-me outro abraço e sinto um pequeno arrepio em mim, as lágrimas intensificam-se e vão, mas voltam, quando escrevo algo que me faz chorar, caio na realidade e vejo que são apenas pensamentos, mas talvez estejas mesmo aqui, sinto isso, eu sinto porra! Foda-se, é tão difícil pai. Preciso tanto de ti, tanto tanto.
Dá-me um abraço, por favor, só mais um antes de eu me ir. Só te peço mais um. …
Eu amo-te.
Pronto, já passou!
02.04.2011 20h36
terça-feira, abril 05, 2011
Acho que merecemos . . .
A nossa vida é um percurso que nunca pode ser vivido como uma pessoa só, temos sempre que ter alguém que nos acompanhe.
Se virmos o caminho da vida como uma estrada com altos e baixos, cheia de buracos e perigos que se escondem na vegetação que a rodeia, precisamos de alguém que esteja ao nosso lado para que não tenhamos medo! Mas, e quando nos deixamos cair num desses buracos quase sem fundo e, por coincidência ruim a pessoa que esteve quase sempre lá também teima em nos largar a mão e nos deixar cair sem saber bem para onde, como fazemos para resolver isso? Tentamos agarrar-nos ao pouco que resta e subir para voltarmos à superfície? Deixamo-nos cair para ver onde o buraco nos leva? E se aquilo for um buraco sem fundo onde cada vez tudo será pior? Ou gritamos, para que a outra pessoa nos consiga ajudar?
No meu caso, sem contar com a minha personalidade e experiências de vida, apenas contando com o que é moralmente aceite, escolheria a primeira ou a última perguntas. Mas se me perguntarem, qual é que eu escolheria, eu sem qualquer hesitação, responderia a primeira opção: agarrar-me ao pouco que resta e tentar voltar à superfície! E porquê? Porque à uns meses que tenho tido uma pessoa fantástica ao meu lado, a percorrer o caminho comigo, com altos e baixos, como todas as outras pessoas, mas eu não peço ajuda quando tenho problemas e, apesar de me considerar uma pessoa inteligente a nível sentimental, (ou seja, por muito mal que as coisas estejam a nível pessoal, não deixo que isso se transponha a nível profissional) deixo que isso afecte a nossa relação! E geralmente, acompanhando isso tudo, vem a famosa pergunta: “ o que é que se passa?”, pois, raramente tenho resposta para isso, e também não sei porquê! Talvez seja pelo facto de sempre ter contado só comigo e quando achava que podia contar com outro alguém, esse alguém parece que a tentar ajudar, metaforicamente, me punha o pé em cima da cabeça e tentava afogar-me ainda mais nos problemas, por isso mesmo agora, que ele é mais que fantástico e crescido para me ajudar a lidar com problemas, que à beira dos dramas dos outros são filmes para crianças, por tudo isso e mais alguma coisa, conto comigo mesma e com eu própria para resolver a merda que teima em meter-se à minha frente e barrar-me a passagem.
Sei que não está certo, mas também se só fizéssemos coisas acertadas, isto seria um mundo de barbies e não um mundo cruel que temos, em que os meios justificam os fins, nem que no meio disso tenhamos que ceifar a vida de alguém.
Contudo, ainda dá para ser feliz, até no meio da merda dos outros que temos que limpar, para que possamos ser inteiramente felizes! E agora perguntas-me tu, será que alguém é inteiramente feliz? Eu muito prontamente te vou responder: SIM!!! Eu já fui inteiramente feliz, e já fiz alguém inteiramente feliz também! Mas e agora, será que ainda consigo fazê-lo assim tão feliz como em tempos consegui? Pois, não sei, talvez provavelmente! É uma questão de tentar, mas não só de TENTAR, é preciso tentar CONSEGUIR! Que são coisas bastante diferentes! Na verdade, acho que tudo pode ser diferente e concretizável, e podemos ser novamente felizes a tempo inteiro, até mesmo com as controvérsias da vida! E passo a citar: “Acho que merecemos uma oportunidade :’$ “ fim de citação!
04.04.2011 23h08
domingo, janeiro 30, 2011
Bellum sin bello...
Bellum sin bello
Esta expressão é praticamente o que descreve a minha vida.
Expressão derivada do latim que significa : “guerra sem guerrear”.
Muito boa realmente, e tu, ser de igual nível, perguntas: andas em clima de guerra fria??
Não não! Estou num clima de guerra interior. É bem pior que uma guerra fria, tipo aquela que aconteceu entre os EUA e a URSS.
É bem mais dolorosa mas sem feridos; custa muito mais sem causar dor; magoa sem levar porrada; sangra sem haver corte, enterra-nos sem termos velório!
E isso sim, é mais que custoso!
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Eu preciso...
Eu Preciso Mesmo…
Preciso mesmo de escrever, soltar o que está dentro de mim, estou mesmo a precisar de ouvi-lo, preciso de deixar que as suas ondas me deixem conselhos nas águas que me molham os pés
Estou mesmo naquele tempo em que já necessito de me deslocar até lá, porque ele não chega até mim. Já nada me afecta .
Somente TU, que desgraça!
Deprimente isso.
Um “amo-te” já não chega, um toque já não basta, um olhar sincero já não demonstra o mesmo.
Será que tudo está correndo na direcção contrária ao nosso caminho?
Dúvidas, muitas, neste momento são muitas, tantas discussões, e o pior são as desconfianças
FODASE
Eu confio, sim porque eu confio, mas onde ficam os ciúmes no meio disto tudo?
Não podem ficar! Pois , mas o pior é que eles existem e talvez ele não perceba!
E se já for tarde demais? Mas ele disse que nunca era tarde demais, e para isso tínhamos o nosso exemplo.
Estou de rastos, pior do que uma folha levada num dia de tempestade. Ter saudades já não chega!
Neste momento parece que já nada chega, já tudo é tão pouco, e porquê????
Fodase, porque?
E porque é que és assim?
Deixas-me triste e muitas das vezes desiludida
Então quando dizes algo e depois não cumpres, e o que se passou naquele dia nunca mais saiu do meu pensamento, e se o que imagino for verdade? Será que vai sobreviver?
Eu creio que não!
Preciso de tempo, um tempo para pensar!
Preciso de ti e preciso de espaço.
E odeio quando me ignoras!
Odeio tanto isso como agulhas, mete-me nojo quando me ignoras, dá-me vontade de partir tudo, é como se um furacão se formasse dentro de mim ! Só raiva, fúria da Natureza!
Irritas-me, mas eu PRECISO de ti.
quarta-feira, janeiro 12, 2011
Yo te amo ♥
lo haria sin pensarlo dos veces
porque te quiero, ay
y hasta un lucero
Y si tuviera el naufragio de un sentimiento
seria un velero en la isla
de tus deseos, de tus deseos
Pero por dentro entiende que no puedo
y aveces me pierdo...
Cuando me enamoro aveces desespero,
cuando me enamoro,
cuando menos me lo espero, me enamoro
se detiene el tiempo, me viene el alma
al cuerpo, sonrio, cuando me enamoro
Si la luna seria tu premio
Yo juraria hacer cualquier cosa por ser su dueño
Por ser tu dueño
Y si en tus sueños escuchas el llanto de mis lamentos
En tus sueños no sigues dormida, que es verdadero, ay
No es un sueño no
Me alegro que a veces el final no encuentres un momento
Partir, Mesmo Ficando . . .
Devo ter algum problema com ela… é que só pode…
Ás vezes apetece-me abraça-la e dizer-lhe o quanto ela é importante para mim, outras vezes só me apetece virar tudo do avesso e deixar cair tudo em cima dela, rebentar com as coisas nela!
Sinto uma raiva neste momento que não és capaz de imaginar, apetece-me mesmo pegar numa mochila e desaparecer da frente dela!
Podia ser que assim ela sentisse a minha falta! Foda-se, mas que merda é esta?
Deve pensar que o mundo gira à volta dela! Por amor de Deus e sei lá mais por amor a quem!
Que se trate, que vá visitar o amiguinho dela ou o raio que a parta!
É parva e não se apercebe disso, tudo bem, eu admito que às vezes também me descontrolo, mas ela passa todos os limites… não pode ser assim, eu tenho tanto direito como ele de fazer o que quero, eu não ando por aí nas esquinas das ruas à espera do próximo cliente!
Talvez se assim fosse ela ficasse mais contente, visto que não tinha tempo para a chatear!
Puta que pariu a cena!
Dá mesmo vontade de a agarrar e lhe espetar um estalo bem forte para que ela atine!
De castigo? Vamos ver quem é que sai por cima! Quero mesmo ver!
Uma das minhas qualidades é ser extremamente vingativa e de conseguir exactamente tudo o que quero…
Vamos ver o fim desta história (des)encantada!
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